Maranhense de 13 anos faz história e se torna a medalhista olímpica mais jovem da história do Brasil ao conquistar a prata em Tóquio

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A madrugada desta segunda-feira vai ficar marcada na memória de milhões de brasileiros, especialmente de jovens meninas por todo o país. O país testemunhou a magia de uma “fadinha” de apenas 13 anos produzir uma medalha de prata, a segunda do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio 2020. Rayssa Leal é seu nome, e um skate foi sua varinha de condão.

Mas Rayssa não foi a única a fazer mágica no Japão nesta segunda, muito menos a única brasileira. Nos mares da capital japonesa, Gabriel Medina e Ítalo Ferreira voaram com suas pranchas para seguir às quartas de final do surfe, assim como Silvana Lima. Nas quadras de basquete, o esloveno Luka Doncic, muitas vezes chamado de “Luka Magic”, fez chover sobre os argentinos num ginásio fechado.

Quem poderia imaginar que aquela menina vestida de fada fazendo truques com um skate em Imperatriz-MA, que “viralizou” nas redes sociais há seis anos, se tornaria a medalhista olímpica mais jovem da história do Brasil? O encanto lançado por Rayssa Leal enfeitiçou o país, que passou as primeiras horas de segunda-feira torcendo pela “Fadinha”. Com a tranquilidade de uma veterana e uma performance irrepreensível na final, a maranhense conquistou a segunda prata do skate brasileiro e a terceira medalha do país em Tóquio.

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